sexta-feira, 1 de abril de 2016

CONHEÇA OS oito presidentes do Brasil que foram tirados do poder

Ao longo de 126 anos de história republicana, o Brasil teve até hoje 34 presidentes que chegaram ao poder de diversas formas: eleição direta por voto popular ou indireta pelo Congresso Nacional, golpe de Estado ou através da linha sucessória. Sete deles, junto com Júlio Prestes, que nem chegou a assumir o cargo, foram de alguma maneira tirados do poder -- ameaça que ronda a atual presidente, Dilma Rousseff, que enfrenta um processo de impeachment na Câmara dos Deputados.
Desde o marechal Deodoro da Fonseca, derrubado pelas Forças Armadas depois de fechar o Congresso, até Fernando Collor de Mello, que renunciou em 1992 após ver seu impeachment aprovado pela Câmara, o UOL compila os presidentes que não tiveram condições de cumprir seu mandato até o final. A lista inclui Jânio Quadros, que renunciou em 1961 ao dizer que "forças terríveis" o impediam de governar.
A reportagem contou com auxílio dos professores de História Daily de Matos Oliveira, do Curso Objetivo, e Célio Tasinafo, da Oficina do Estudante.

Arquivo/Arte UOL
Arquivo/Arte UOL

Deodoro da Fonseca (1891) 

O marechal liderou o levante das Forças Armadas que derrubou Dom Pedro 2º em 1889 e foi o primeiro presidente da República, mas seu governo durou apenas dois anos. Segundo Daily Oliveira, Deodoro era um monarquista que só se uniu ao movimento republicano em nome da unidade militar. Governou provisoriamente até fevereiro de 1891, quando foi eleito indiretamente. Em novembro, sem apoio dos parlamentares, decidiu fechar o Congresso. Outro marechal, o vice-presidente Floriano Peixoto, contou com apoio da Marinha para obrigar a saída de Deodoro, que acabou renunciando. Apesar da Constituição de 1891 pedir a convocação de novas eleições em caso de saída do presidente, Floriano Peixoto, conhecido como "Marechal de Ferro", se manteve no poder até 1894 e entregou o cargo para o civil Prudente de Morais, vencedor das primeiras eleições presidenciais do Brasil.
Reprodução
Reprodução

Washington Luís e Júlio Prestes (1930) 

Eleito em 1926, Washington Luís foi o último presidente da República Velha, conhecida pelo domínio das oligarquias paulista e mineira no poder. Washington Luís enfrentou a crise internacional de 1929, que afetou diretamente a exportação brasileira de café, e resistência de militares de ideiais nacionalistas. Ainda assim, elegeu seu sucessor, o então governador paulista, Júlio Prestes, no pleito de 1930. Prestes venceu a eleição em março, derrotando Getúlio Vargas, em um pleito marcado por denúncias de fraude e rachas entre as oligarquias. Em julho, o assassinato do vice de Vargas, João Pessoa, em um crime aparentemente não relacionado à disputa presidencial, agravou as hostilidades. Em outubro, Vargas, com apoio dos militares, foi à capital exigir a saída de Washington Luís, que deixou o Palácio do Catete preso, rumo ao Forte de Copacabana. Sua queda ocorreu um mês antes de passar o cargo para Júlio Prestes, que nem chegou a assumir. Ambos se exilaram no exterior temporariamente após a Revolução de 1930. "Eles estavam isolados. Não tinham apoio nem das oligarquias, nem da população e nem do Exército. Qualquer esboço de reação foi abafado", diz Célio Tasinafo.
Henri Ballot / Acervo Instituto Moreira Salles
Henri Ballot / Acervo Instituto Moreira Salles

Getúlio Vargas (1945 e 1954) 

O líder da revolução que acabou com a República Velha comandou um governo provisório até 1934, quando foi eleito indiretamente para um mandato que se encerraria após as eleições presidenciais de 1938. Um ano antes, no entanto, Vargas estabeleceu o Estado Novo (acabando com as eleições diretas) até 1945, ano do fim da Segunda Guerra Mundial. O governo ditatorial de Vargas não condizia com o apoio do país aos Aliados no conflito que encerrou os regimes de Hitler e Mussolini, e aos poucos o líder brasileiro, que já enfrentava forte oposição, reestabeleceu a democracia, permitindo a volta dos partidos políticos e convocando eleições para aquele ano. Mesmo assim, os militares temiam um novo golpe e depuseram Getúlio que, sem ter os direitos cassados, se manteve na política e foi eleito senador. Vargas voltou ao poder pelo voto popular em 1951, mas com oposição de militares, empresários e de políticos --o principal era Carlos Lacerda, da UDN. Em meio a denúncias de corrupção envolvendo seu governo, Vargas enfrentou e superou um processo de impeachment em junho de 1954. Em 5 de agosto, no entanto, a situação se agravou após o Atentado da Rua Tonelero, que vitimou o major da FAB Rubens Vaz --o ato, supostamente orquestrado pela segurança de Getúlio, visava Carlos Lacerda, que ficou ferido. Acuado por políticos e militares, Vargas se recusou a renunciar. Sem enxergar alternativas, p presidente deu um tiro no peito no Palácio do Catete em 24 de agosto. Sua morte provocou comoção popular e reverteu a onda de rejeição a Vargas por causa das polêmicas em seu segundo mandato, levando o presidente ao status de herói nacional. Em 1954, novamente presidente, Vargas se suicidou após sofrer forte pressão política da oposição.
Domínio público
Domínio público

Carlos Luz (1955) 

O vice-presidente Café Filho assumiu o cargo após o suicídio de Vargas, mas a tensão política persistiu. Nas eleições de 1955, venceu a chapa formada por Juscelino Kubitschek (PSD) e João Goulart (PTB, herdeiro do varguismo), por uma pequena vantagem sobre o candidato da UDN, Juarez Távora. A UDN e a oposição tentou articular um golpe para evitar que Juscelino assumisse o poder. Em novembro de 1955, 50 dias antes da posse de JK, Café Filho se afastou por motivos de saúde. O presidente da Câmara dos Deputados, Carlos Luz, herdou o cargo interinamente, mas foi deposto três dias depois pelo general Henrique Lott, com apoio do Congresso, pela acusação de conspirar contra JK. "Carlos Luz disse que o Juscelino não podia ser considerado legítimo conseguindo só 35% dos votos", diz Daily Oliveira. Luz tentou reagir, mas desistiu. Com o país em estado de sítio, Nereu Ramos, vice-presidente do Senado, assumiu o cargo até a posse de JK. Também acusado de conspiração, Café Filho foi impedido de retomar o poder. "Café Filho e Carlos Luz não conseguiram base de sustentação política nem militar. E naquele ambiente, o presidente precisava de apoio das Forças Armadas", diz Célio Tasinafo.
Chico Albuquerque/Divulgação
Chico Albuquerque/Divulgação

Jânio Quadros (1961) 

De ascensão meteórica, Jânio Quadros chegou à Presidência com apenas 13 anos de vida política. Jânio venceu as eleições de 1960 com apoio da UDN e votação recorde, mas desde o início sofreu forte oposição no Congresso. Segundo Daily Oliveira, a popularidade de Jânio, que prometia caçar os corruptos, caiu no mesmo ritmo da alta dos preços no país. Ele ainda reatou as relações com a União Soviética e homenageou Che Guevara, o que desagradou militares, os Estados Unidos e a UDN, preocupados com a relação de Jânio com países e líderes socialistas. Sem apoio do Congresso, ele renunciou em 25 de agosto de 1961 dizendo que "forças terríveis" o obrigaram a tomar essa decisão. Segundo Daily Oliveira, Jânio tentou uma manobra para que sua renúncia não fosse oficializada pelo Congresso -- era sexta-feira, e os deputados já se preparavam para deixar Brasília. Assim, Jânio planejava conquistar apoio popular durante o fim de semana para retomar o poder na segunda. "Só que o presidente do Congresso fechou o espaço aéreo de Brasília e convocou os parlamentares para voltar. A renúncia foi lida e Jânio foi obrigado a sair, sem comover a população como esperava", afirma Oliveira.
Library of Congress/Wikimedia Commons/Wikipedia
Library of Congress/Wikimedia Commons/Wikipedia

João Goulart (1964) 

Se Jânio Quadros já sofria rejeição pela relação com governos socialistas, João Goulart, ex-ministro de Vargas ligado ao sindicalismo, sofria uma oposição ainda maior, tanto civil quanto militar. Goulart estava na China no dia da renúncia de Jânio e só voltou quando o Congresso aprovou uma emenda institucional que instaurou o parlamentarismo. Em janeiro de 1963, Jango convocou um plebiscito que decidiu pelo retorno do presidencialismo, retomando seus poderes de presidente. Mesmo assim, Goulart continuou sem apoio parlamentar e tentou mobilizar as classes populares para conseguir governar. Em março de 1964, com o país polarizado, Jango discursou no Rio de Janeiro e falou sobre a intenção de promover a reforma agrária. Militares, empresariado, Igreja Católica, imprensa e setores conservadores se uniram, sob o temor das reformas de base e de um regime socialista, e Goulart foi deposto pelo Exército entre 31 de março e 2 de abril, quando partiu para o Uruguai. Ele foi o último presidente civil até José Sarney, em 1985.
Sérgio Tomisaki/Folhapress
Sérgio Tomisaki/Folhapress

Fernando Collor (1992) 

O primeiro presidente eleito em quase 30 anos durou 33 meses no poder. O país enfrentava um momento de grave crise econômica, com hiperinflação, e as primeiras medidas de Collor para conter a recessão foram congelar preços e salários e confiscar os depósitos bancários por 18 meses. Eleito por uma pequena vantagem em relação a Luiz Inácio Lula da Silva, seu adversário no segundo turno, Collor logo perdeu apoio popular e também no Congresso. Denúncias de um esquema de corrupção comandado por Paulo César Farias, seu tesoureiro na campanha presidencial, abalaram o governo, que sofreu um processo de impeachment. Em meio a grandes manifestações pela saída de Collor, o presidente viu o impeachment aprovado pela Câmara dos Deputados em 29 de setembro de 1992 e foi afastado da presidência, dando lugar ao vice Itamar Franco. Collor renunciou em 29 de dezembro, um dia antes de o Senado votar a favor do impeachment e da perda de mandato.

sábado, 26 de março de 2016

DEPENDE DA SUA FÉ ENTENDA COMO QUISER SOBRE A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO - Quando Jesus ressuscitou após sua morte na cruz a Bíblia menciona que muitos “santos” ressuscitaram

“Depois de ter bradado novamente em alta voz, Jesus entregou o espírito. 
Naquele momento, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram. Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que tinham morrido foram ressuscitados. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos.” Mateus 27:50-53
Não sabemos o nome de nenhuma dessas pessoas. Mas o relato é claro. Após a ressurreição de Jesus estas pessoas, trazidas de volta à vida, entraram em Jerusalém e espalharam a notícia de que Jesus havia realmente ressuscitado.
A respeito deste evento, Ellen White, a escritora cristã mais traduzida de todos os tempos, escreveu:
“Quando Jesus, suspenso na cruz, clamou: “Está consumado” (João 19:30), as pedras se partiram, a terra tremeu e algumas das sepulturas se abriram. Quando Ele surgiu, vitorioso sobre a morte e o túmulo, enquanto a terra vacilava e a glória do Céu resplandecia em redor do local sagrado, muitos dos justos mortos, obedientes à Sua chamada, saíram como testemunhas de que Ele ressurgira. Aqueles favorecidos santos ressurgidos saíram glorificados. Eram escolhidos e santos de todos os tempos, desde a criação até os dias de Cristo. Assim, enquanto os líderes judeus procuravam esconder o fato da ressurreição de Cristo, Deus preferiu suscitar do túmulo, um grupo a fim de testificar que Jesus ressuscitara e declarar Sua glória. […]
Aqueles que saíram após a ressurreição de Jesus, apareceram a muitos, contando-lhes que o sacrifício pelo homem estava completo, e que Jesus, a quem os judeus crucificaram, ressuscitara dos mortos; e, em prova de suas palavras, declaravam: “Ressuscitamos com Ele.” Davam testemunho de que fora pelo Seu grande poder que tinham sido chamados de suas sepulturas. Apesar dos boatos mentirosos que circularam, a ressurreição de Cristo não pôde ser escondida por Satanás, seus anjos, ou pelos principais dos sacerdotes; pois aquele grupo santo, retirado de seus túmulos, espalhou a maravilhosa e alegre nova; Jesus também Se mostrou aos discípulos tristes e com coração despedaçado, afugentando-lhes os temores e dando-lhes satisfação e alegria. […]
Depois que Jesus abençoou os discípulos [na ascenção], separou-Se deles e foi recebido em cima. E, ao subir, a multidão de cativos que ressuscitara por ocasião de Sua ressurreição, seguiu-O. Uma multidão do exército celestial estava no cortejo, enquanto no Céu uma inumerável multidão de anjos aguardava a Sua chegada”.
Fonte: Primeiros Escritos, págs. 184, 185 e 190.
É interessante notar que a Bíblia não entra em detalhes quanto a alguns eventos. Contudo podemos confiar em seus relatos pois a Palavra de Deus é imparcial e verdadeira. Quer tenha sido dada com mais ou menos detalhes, a palavra dos profetas de Deus é sempre verdadeira.
“As palavras do SENHOR são verdadeiras; tudo o que ele faz merece confiança. O SENHOR Deus ama tudo o que é certo e justo; a terra está cheia do seu amor.” (Salmos 33:4-5 NTLH)











UM GRANDE SILÊNCIO REINA SOBRE A TERRA "ALELUIA" "ALELUIA"

Não podendo o homem, por si mesmo, ascender à companhia de Deus, Ele mesmo desce à companhia dos mortos, para, com Sua graça, torná-los santos



Hódie siléntium magnum in terra est. Assim começa uma antiga homilia de Sábado Santo. "Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos."
Jesus, ao mesmo tempo em que tem o Seu corpo no sepulcro, desce com Sua alma aos abismos – como confessamos no Credo, Ele "desceu à mansão dos mortos". Não podendo o homem, por si mesmo, ascender à companhia de Deus, Ele próprio descende à companhia dos mortos, para, com Sua graça, fazê-los santos.
Cumpre-se, hoje, mais uma profecia: "Quanto a ti, meu povo, por causa da aliança que contigo fiz, selada com sangue, vou libertar teus cativos desta cisterna sem água" ( Zc 9, 11). O seu povo são os justos do Antigo Testamento que, pela dívida do pecado original, jazem "cativos" e sedentos na "cisterna sem água" das profundezas; a aliança "selada com sangue" é o sacrifício que Ele consuma na Cruz e, também, a causa de sua descensão. Se os méritos da paixão de Nosso Senhor se aplicam aos vivos pela graça dos Sacramentos, aplicam-se aos mortos pela descida de Cristo aos infernos. Sim, Ele desce aos infernos. Não ao inferno dos condenados, de onde nem mesmo Deus, o autor da liberdade, os pode tirar; mas ao "seio de Abraão", o lugar onde os santos Patriarcas esperam, aflitos, o dia de sua libertação. Desce aos infernos, para aspergir com Seu sangue os filhos de Adão e instaurar a nova Páscoa. Desce aos infernos para dar aos homens aquilo que, desde o príncipio, Ele lhes havia preparado.
"Vosso pai Abraão – disse Jesus, certa vez, aos judeus – exultou por ver o meu dia. Ele viu e se alegrou" (Jo 8, 56). Ei-lo, é hoje o Seu dia. Exultemos e alegremo-nos com os santos Patriarcas, porque também nós fomos conduzidos, pela assombrosa descida do Verbo ao mundo, da morte à vida, das trevas à luz, do pecado à graça, dos infernos ao Céu.
"Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos". Enquanto Ele não ressuscita dentre os mortos, porém, silentium magnum in terra manet. "Um grande silêncio reina sobre a terra".

A VERGONHA CHEGOU NO MARANHÃO JÁ ESPERÁVAMOS POR ISSO. A AUTARQUIA DA BILIONÁRIA FAMÍLIA SARNEY APONTADA NA LAVA JATO, E JOGADA NO MAR DE LAMA UMA VERDADEIRA VERGONHA PARA OS MARANHENSES.

Esquema entre governo e Odebrecht existe desde mandato de Sarney


© Fornecido por Notícias ao Minuto
A 26ª fase da operação Lava Jato divulgou nesta semana que a empreiteira Odebrecht tinha um "departamento de propina" para movimentar altos valores de dinheiro em pagamentos ilícitos para agentes públicos e políticos principalmente em 2014.
No entanto, segundo reportagem do UOL, o esquema de corrupção pode ser ainda mais antigo. Os documentos apreendidos indicam que, durante o mandato presidencial de José Sarney (1985-1990), houve procedimentos semelhantes aos apontados pelos investigadores da Lava Jato. Eles envolviam 516 agentes públicos, empresários, empresas, instituições e políticos, entre eles, há ex-ministros, senadores, deputados, governadores, integrantes de partidos como PSDB, PMDB e PFL (atual DEM).
A reportagem teve acesso a quase 400 documentos internos da empreiteira, a maioria datada de 1988. Os papeis estavam em posse de uma ex-funcionária da Odebrecht e detalham remessas e propinas a diversos políticos. A publicação recorda que os documentos citam codinomes para os receptores dos pagamentos e as propinas eram calculadas a partir de percentuais dos valores de obras da empreiteira nas quais os agentes públicos estavam envolvidos.
Entre os citados estão o deputado federal Antonio Imbassahy, prefeito de Manaus Artur Virgílio, Jader Barbalho, atualmente senador, ex-ministro de Minas e Energia, senador Edison Lobão, os filhos do ex-presidente José Sarney, Fernando e José Filho, Roseana Sarney, ex-presidente e atualmente senador recém-desfiliado do PTB, Fernando Collor de Mello, Aroldo Cedraz, atual presidente do TCU, e o já falecido ex-deputado federal e governador do Mato Grosso, Dante Oliveira (1952-2006).
A Odebrecht declarou "que não se manifestará sobre o tema". Os políticos citados negaram qualquer envolvimento em esquema de propinas com a construtora.
O esquema
Segundo Conceição Andrade, ex-funcionária da empresa e que trabalhou no departamento responsável pelos pagamentos , o esquema sempre existiu.
"O esquema naquela época era mais ou menos como esse divulgado essa semana, só não tão organizado assim. Esse esquema de propina, de fraudar licitações, sempre existiu na empresa. Aliás em todas as grandes, o esquema sempre foi esse", contou a ex-funcionária.
Conceição também contou que quando foi demitida os documentos vieram nas caixas que ela pegou do escritório. "Quando fui demitida e peguei os pertences pessoais, esses documentos estavam no meio da caixa, acabaram vindo junto. As pessoas recomendaram que me desfizesse, mas achei bom guardar. É preciso traçar um paralelo, mostrar que isso é antigo. Alguns desses crimes podem até estar prescritos, mas isso tudo mostra que o esquema vem de bem antes. A saída é reforma, não é demonizar o PT", explica.
Investigação
A reportagem refere que em 2015, Conceição entregou a documentação ao deputado federal Jorge Solla (PT-BA). Solla apresentou tudo em dois âmbitos: na Polícia Federal e na CPI da Petrobras.
Os documentos foram entregues ao delegado Bráulio Galloni, que, por sua vez, remeteu tudo para Curitiba, sede da força-tarefa da Lava Jato. Atualmente, estão na Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros da Polícia Federal. 
É UMA VERDADEIRA VERGONHA!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 24 de março de 2016

EU VEJO AS COISAS COMO ELAS SÃO ACOMPANHO SEMPRE A VIDA POLÍTICA DE CHAPADINHA E SEI TAMBÉM, QUE EXISTE AÍ COMO EM TODA CIDADE DO MUNDO, UMA BRIGA POLÍTICA E AÍ EM CHAPADINHA NÃO É DIFERENTE. EXISTE OS POLÍTICOS BELEZINHA (Prefeita), ISAÍAS(ex-Prefeito), LEVÍ PONTES(Deputado Estadual) MÁGNO BACELAR(ex-Prefeito), EM FIM MUITOS QUE SE DIZEM POLÍTICOS AÍ EM CHAPADINHA. MAIS A BOLA DA VEZ, É BELEZINHA QUE É A PREFEITA. E SE ELA FIZER O QUE ESTÁ ANUNCIANDO, VAI SER DIFÍCIL ALGUÉM ALCANÇAR ELA É A MINHA OPINIÃO.


CONVITE ESPECIAL
A Prefeitura de Chapadinha tem a grande satisfação de convidar a todos para participarem conosco da programação alusiva aos 78 anos de Emancipação Política do município de Chapadinha.
PROGRAMAÇÃO
Segunda, 28 de Março
9:00 – Ordens de Serviços que serão assinadas no local (próximo à ladeira do Angelim) que será construído o novo Terminal Rodoviário de Chapadinha
• Construção do Terminal Rodoviário;
• Ampliação do Hospital Antônio Pontes de Aguiar;
• Construção da Praça da Fé;
• Construção da 1º Fase de Duplicação e Iluminação da Avenida Ataliba Vieira, Asfalto da Avenida Senador Vitorino Freire e Rua Cicero Romão;
• Construção dos Portais da Entrada da Cidade e Monumento das Mulatas;
• Reforma da Praça do Caterpilar;
• Recuperação e Recapeamento Asfáltico de Ruas dos Bairros Terras Duras, Centro e Caterpilar;
• Recuperação de 90 km de estrada vicinal
o Trechos 1: BR 222 aos povoados Poços, São Joaquim, Riacho da Mara, Canto do Ferreira, Cruz Velha, Estrela II, Retiro dos Oliveiras, Nova Belém, Centrão, Cajazeiras e Malhada do Meio.
o Trechos 2: BR 222 aos povoados Tinguins, Carnauba Amarela, Cipó, Canto Bom, Porções, Tucuns, Marcos e Vila Borges (Sangue)
• Recuperação de 55 km de estrada vicinal
o Trechos 1: Vila Isamara, Vila União, Cruzilândia, Entroncamento, Veredão, Guarimã e Coroatazinho.
15:00 – Inauguração da Casa do Artesão;
16:00 – Inauguração da Reforma e Adequação da Escola Manoel José de Santana;
17:00 – Inauguração da Academia da Primeira Idade, no Bairro Areal;
18:00 – Inauguração da Praça Dom Pedro, no bairro Cohab;
19:30 – Culto em Ação de Graça no Templo Central da Assembleia de Deus;
22:00 – Show com Gabriel Diniz e Mara Pavanelly;
Terça, 29 de Março
06:30 – Hasteamento das Bandeiras;
08:00 – Missa em Ação de Graça na Igreja Matriz.
Participe, sua presença é importante e muito nos honrará.
Atenciosamente,
Maria Ducilene Pontes Cordeiro
Prefeita de Chapadinha

quarta-feira, 16 de março de 2016

À MUITOS ANOS ISSO NÃO ERA VISTO A MUITO TEMPO

Aeroporto de São Luís registra aumento de passageiros pelo segundo mês seguido

O aumento é em comparação ao mesmo período de 2015, de acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Grande movimentação no aeroporto Cunha Machado durante a madrugada
O Aeroporto Internacional de São Luís, Marechal Hugo da Cunha Machado, registrou aumento de 6% na movimentação de passageiros durante o mês de fevereiro deste ano. O aumento é em comparação ao mesmo período de 2015, de acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Segundo a pesquisa, um total aproximado de 134 mil pessoas embarcaram e desembarcaram em São Luís no último mês, com registro de 65.595 decolagens e 68.677 pousos.

Somando os dois primeiros meses do ano, exatamente 300.930 pessoas embarcaram e desembarcaram no aeroporto da capital maranhense, o que representa o aumento de aproximadamente 6% em relação ao mesmo período em 2015, quando 284.699 pessoas passaram pelo aeroporto ludovicense.

Para Diego Galdino, secretário Estadual de Cultura e Turismo do Maranhão, o aumento da movimentação é justificado pelas ações do Governo do Estado. “Além da grande variedade de opções de lazer e turismo para quem desembarca em São Luís, em fevereiro tivemos uma vasta programação carnavalesca que atraiu pessoas de todas as partes do estado e do país”, afirmou.

Só no ano passado foram sete novas ligações para o estado e este ano já temos mais por meio da MAP Companhia Área, o que acarretará um crescimento ainda maior destes índices.

A secretária-adjunta, Delma Andrade, lembra que o aumento também é fruto das negociações para o incremento da malha aérea estadual e da redução do ICMS do combustível, sancionado no ano passado pelo Governador Flávio Dino. “Esse aumento ocorreu após uma série de ações voltadas para consolidar o Maranhão como alternativa turística dentro do cenário nacional e internacional. Os esforços estão sendo concentrados para a melhoria e expansão da nossa malha aérea e da infraestrutura das cidades maranhenses, assim conseguiremos atrair cada vez mais turistas e aquecer a economia do Maranhão”.

Conhecido por suas belezas naturais e patrimônio histórico, o Maranhão vem ganhando maior visibilidade entre os destinos favoritos para brasileiros e estrangeiros. Só na semana passada, o estado e sua parte da Rota das Emoções foram destaque na maior feira de turismo do mundo, a ITB Berlin.

ISSO NINGUÉM VIU ANTES, NINGUÉM DENUNCIOU, NINGUÉM FALOU NADA SÓ AGORA NO GOVERNO DINO, ESTÁ SENDO FISCALIZADO.

Operação combate comércio ilegal de caranguejo uçá e lagosta no Maranhão

Durante seis dias foram vistoriados portos do Bacanga, Portinho, Tribuzzi, Mojó, Mocajituba e Timbuba, além de estabelecimentos e revendas



Após as apreensões e emissão dos autos de infração foi realizada a soltura dos animais nos manguezais da APA de Upaon-Açu
O Governo do Estado em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) encerrou nesta semana a primeira fase de operação conjunta para fiscalização do cumprimento do período de defeso do ‘caranguejo uçá’ (Ucidescordatus) e da lagosta no Maranhão. O defeso corresponde ao período de proibição da captura de uma espécie devido à fase de reprodução.

Durante seis dias, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) e o Ibama vistoriaram os portos do Bacanga, Portinho, Tribuzzi, Mojó, Mocajituba e Timbuba. Também foram vistoriados 15 estabelecimentos na praia do Araçagi e mais 20 nas praias da Litorânea e de São Marcos, além da revenda do produto na Vila do Caranguejo no Anel Viário e dez restaurantes em São Luís.

Após as apreensões e emissão dos autos de infração foi realizada a soltura dos animais nos manguezais da APA de Upaon-Açu
A equipe de fiscalização apreendeu cerca de 4.500 caranguejos vivos e 30 abatidos, uma embarcação, 184 quilos de carne de caranguejo beneficiada e 31 quilos de lagosta em bares, restaurantes e peixarias. Todas as pessoas físicas e jurídicas flagradas cometendo a infração ambiental, foram multadas com valores entre R$ 700 a R$ 100 mil e mais R$ 20 por quilo do produto irregular.

Após as apreensões e emissão dos autos de infração foi realizada a soltura dos animais nos manguezais da APA de Upaon-Açu
Após as apreensões e emissão dos autos de infração foi realizada a soltura dos animais nos manguezais situados na Área de Proteção Ambiental (APA) de Upaon-Açu. Do total apreendido, 182 quilos de carne de caranguejo beneficiada (patinhas e carne congelada) e 19 quilos de lagosta foram doados para o Programa Mesa Brasil do Sesc. Foram incinerados 18 quilos de caranguejo e lagosta, por não estarem aptos para consumo.

Durante o período de defeso, as pessoas físicas ou jurídicas que atuam na captura, manutenção em cativeiro, conservação, beneficiamento, industrialização ou comercialização do caranguejo uçá, só poderão realizar essas atividades quando apresentarem a declaração de estoque. Esse documento deverá ser preenchido e entregue no Ibama ou na Sema. A relação detalhada dos estoques de caranguejos vivos, congelados, pré-cozidos, inteiros ou em partes poderá ser fornecida até o ultimo dia útil que antecede cada período de defeso (veja datas exatas abaixo), previsto no art. 1º da Instrução Normativa Interministerial nº 9 de 30 de dezembro de 2014. O modelo da declaração pode ser encontrado no site do Ibama.

A Sema, o BPA e o Ibama continuarão empenhados em recuperar a sustentabilidade da pesca da lagosta e do caranguejo, por meio do cumprimento de ações firmes e continuadas de fiscalização e também pelo processo de conscientização de todos os envolvidos na cadeia produtiva desses crustáceos.

Consumo consciente
Para incentivar o consumo consciente, a Sema e o Ibama informaram que o consumidor final também tem responsabilidades ao adquirir esses pescados no período de defeso e por isso deve atentar para as seguintes condições:

- Não comprar lagosta ou caranguejo de vendedores ambulantes ou em praias, porque podem ter sido capturados no período de defeso;

- Ao comprar em peixarias, peça para ver a declaração de estoque com carimbo do Ibama ou da Sema. Se o documento não for apresentado, o consumidor deve recusar a compra e fazer uma denúncia nos órgãos de controle ambiental da pesca (Sema e Ibama);

- Bares e restaurantes que servem lagosta e caranguejo também devem apresentar ao cliente, quando solicitada, a declaração de estoque. Não se envergonhe de exigir o documento, é um direito do consumidor;

- Exija sempre nota fiscal a cada compra. Esse documento é a garantia de que o consumidor agiu legalmente caso seja parado pela fiscalização.

Defeso do Caranguejo Uçá em 2016
1º período:
a) De 10 a 15 de janeiro, e
b) De 24 a 29 de janeiro.

2º período:
a) De 9 a 14 de fevereiro, e
b) De 23 a 28 de fevereiro.

3º período:
a) De 09 a 14 de março, e
b) De 24 a 29 de março.

Defeso da lagosta em 2016
No caso da lagosta, as espécies mais procuradas são a ‘vermelha’ (Panulirusargus) e a ‘cabo verde’ (Panuliruslaevicauda), que têm sua captura proibida no período de 1º de dezembro de 2015 a 31 de maio de 2016 em todo o território brasileiro. Durante esse período, fica proibido o transporte, a estocagem, o beneficiamento, a industrialização de qualquer volume de lagosta vermelha e cabo verde, que não seja oriundo de estoque declarado nos órgãos de controle ambiental da pesca (Sema e Ibama). O prazo para declarar o estoque ocorreu até o dia 7 de dezembro de 2015.