terça-feira, 25 de agosto de 2015

A CERTEZA DO DEVER CUMPRIDO. ISSO, É O MÍNIMO QUE UM POLÍTICO POSSA FAZER POR UMA CIDADE.


terça-feira, 25 de agosto de 2015

Em discurso, Levi Pontes Cobra Celeridade na Solução da Falta D’água em Chapadinha


Em discurso no pequeno expediente da sessão da Assembleia Legislativa de hoje (25) o deputado Levi Pontes / SD chamou atenção para o problema do abastecimento d’água em Chapadinha e reforçou apelo ao governo do estado por uma rápida solução. “Subo a esta tribuna com o objetivo extremamente preocupante, porque o que está acontecendo em Chapadinha, uma cidade com mais de 80 mil habitantes, que está com uma falência completa do sistema de abastecimento de água. O meu objetivo é pedir, é solicitar o apoio dos nobres colegas e colegas deputados, para que a gente possa encontrar solução urgente e de curto prazo do problema de abastecimento de água de Chapadinha”, declarou.

No pronunciamento o representante de Chapadinha explicou a situação e criticou a demora da obra que solucionaria a crise. “O Sistema Itamacaoca, que abastece a cidade, está totalmente seco. E hoje só existe um poço artesiano com 40m³ de vazão, alimentando uma ou outra rua. É necessário que se tenha sensibilidade. E é por isso que eu estou socializando este problema de Chapadinha, que é grave. E nesse momento a população cogita até o direito à greve, ao não pagamento de contas. E, enfim, é chegada a hora de ter mais celeridade no projeto que tem Chapadinha de mais de R$ 26 milhões, para resolver esse problema”, enfatizou Levi.

“Quero aqui, através da TV Assembleia, levar aos meus correligionários total apoio deste deputado, que já por, diversas vezes, me dirigi à CAEMA, me dirigi a setores do governo com o objetivo de solucionar esse problema, que a meu ver é um problema que tem solução através da colocação em prática desses quatro poços artesianos. Portanto, gostaria do apoio desta bancada, desta Assembleia, que nos ajudem a resolver, a pressionar, a pedir às autoridades governamentais, em específico à CAEMA e ao governo, que deem mais celeridade ao projeto que ora está em funcionamento naquela cidade”, finalizou o deputado Levi Pontes. 

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O ADEUS A UM DOS HOMENS QUE VIU CHAPADINHA NASCER. QUE O NOSSO G.'.A.'.D.'.U.'. TE DÊ A GLÓRIA DO ORIENTE ETERNO

O Adeus ao "Dr. José Bastos", Aos 82 Anos...


É com imenso pesar que informamos o falecimento do sr. JOSÉ FARIA BASTOS, aos 82 anos, ocorrido por volta das 19h30 da noite deste sábado (22), no Hospital São Domingos, na capital São Luís.

Popularmente conhecido como "Dr. José Bastos", ele é pai das professoras Odiléia e Odilene Bastos.

O velório ocorre na residência da família, localizada na Rua Ananias Albuquerque, 682 (próximo ao Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais-STTR). O sepultamento acontece no final da tarde deste domingo (23), logo após a missa de corpo presente na Igreja de Nossa Senhora Aparecida (no bairro de mesmo nome), às 17h, no Cemitério Nsa. Sra. Aparecida.

À Família e Amigos enlutados, nossas Condolências.


QUE ESTA POUCA VERGONHA NÃO SIRVA DE EXEMPLO PRA NENHUM PREFEITO MARANHENSE. E ESSA ROCHA TEM QUE PAGAR PELO QUE FEZ

Bom Jardim: “debochada”, prefeita ostenta, mas escolas estão sucateadas

Mais um exemplo absurdo do que deve ser uma pátria educadora. Alunos do município de Bom Jardim, cidade no Oeste do Maranhão, estão vivendo momentos de angústia, quando o assunto é ir para escola.
Por lá, os sinais de desvio de dinheiro público estão por toda parte. Falta merenda e as escolas que eram para estar reformadas até hoje não receberam nada, nenhuma obra, nenhum benefício. Mas isso não parece tirar o sono da prefeita, não.
lidiane_rochaBom Jardim, no Maranhão, tem 40 mil habitantes, um Índice de Desenvolvimento Humano entre os mais baixos do país e problemas graves na educação. Crianças estudando em lugares improvisados.
Bom Dia Brasil: Como que é a escola lá, é legal?
Aluno: É legal
Bom Dia Brasil: Não é uma casa?
Aluno: É um bar. A escola dele é um bar – o menino diz apontando para o colega do lado. A minha é uma fazenda que a diretora alugou.
Bom Dia Brasil: Isso aqui era um bar antes?
Professora: É.
Bom Dia Brasil: Aqui é o balcão?
Professora: É.
Em uma escola, as crianças estudam amontoadas na varanda.
Bom Dia Brasil: Essa escola não foi reformada recentemente?
Professora: Não.
Em 2013, houve duas licitações para reforma das escolas, em um valor total de R$ 3,1 milhões. Em um terreno, onde deveria estar uma das escolas reformadas pela empresa, só tem mato. Entrando por um caminho na área percebe-se que a escola foi derrubada.
O Bom Dia Brasil apurou que não houve reforma em nenhuma das 28 escolas previstas. E que as duas empresas que venceram as licitações só existem no papel. O sócio de uma das empresas recebeu a equipe do Bom Dia Brasil fechando a porta.
O Ministério Público e a Polícia Federal estão investigando este e outros indícios de fraudes em licitações na cidade, inclusive na merenda escolar.
Bom Dia Brasil: Você merendou hoje?
Aluna: Não.
Bom Dia Brasil: Você comeu o que hoje?
Aluna: Nadinha.
Em 2013, a prefeitura fez um contrato de R$ 292 mil com 16 agricultores para complementar a merenda e incentivar a agricultura familiar. O nome de Dona Zuleide aparece como uma das fornecedoras.
Dona Zuleide: Nunca plantei nada para vender.
Bom Dia Brasil: Como que a senhora entrou nessa história?
Dona Zuleide: Aí eu não sei.
Os investigadores acreditam que nenhum dos cadastrados sejam agricultores de verdade.
A prefeita de Bom Jardim é Lidiane Leite, do PP. Ela já foi afastada duas vezes do cargo suspeita de desvio de dinheiro público, mas voltou por decisão da Justiça. Antes de eleita: “ela vendia leita”, conta uma moradora.
lidiane rochaDepois, passou a ostentar uma rotina de luxo e badalação na internet. Em uma postagem, ela diz “eu compro o que eu quiser. Gasto sim como o que eu quero. Tô nem aí pra o que achem.” E completa: “beijinho no ombro pros recalcados”.
Em outra, ela diz que “deveria era comprar um carro mais luxuoso, porque o dinheiro está sobrando”.
Mas na cidade de Bom Jardim não tem nada sobrando. “O que eu tenho a falar é que está sendo investigado, você e toda a população vai ser informado do que houve”, afirma a prefeita Lidiane Leite.
“De fato, há fortes indícios de que houve, sim, desvio de recurso público. A medida que for correndo o procedimento e de fato sedimentada essa participação. Eles serão indiciados em inquérito policial, podendo responder por associação criminosa, peculato e posteriormente serem condenados na Justiça”, afirma Ronildo Rabelo Lages Silveira, delegado da Polícia Federal.
Sobre essa história da reforma das escolas, a produção do Bom Dia Brasil tentou falar com essas duas empresas que receberam o dinheiro desse município pequeno de Bom Jardim. Receberam R$ 3 milhões para fazer as obras lá.
Os donos da empresa Ecolimp não foram encontrados. O dono da empresa Zabar, outra que também recebeu dinheiro para reformar escolas no município, disse que todo o serviço foi feito.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

APOLICIA TEM QUE AGIR ASSIM. O CRIME NÃO COMPENSA

Operação das polícias Civil e Militar apreende drogas, armas, dinheiro e prende seis em Chapadinha

terça-feira, 28 de julho de 2015

Compartilhe esta história em:
Os Policiais Civis da equipe de captura da 3ª Regional de Polícia e do Serviço de Inteligência do 16º BPM de Chapadinha, já vinham investigando e monitorando a movimentação dos supostos traficantes.

Por CN1

Terça-Feira, 28 de julho de 2015

Uma operação conjunta das polícias Militar e Civil resultou na apreensão de diversas drogas no Conjunto Nota 10  em Chapadinha, na tarde desta terça-feira (28). 

Os Policiais civis da equipe de captura da 3ª  Regional de Polícia  e do Serviço de Inteligência do 16º BPM de Chapadinha,  já vinham  investigando e monitorando a movimentação dos supostos traficantes. Durante a ação, cinco pessoas foram presas e um menor apreendido. 



No local, foram encontrados 80 gramas de maconha “tof tof”,  80  trouxinhas de maconha natural, 75 pedras de crack, 09 embalagens de cocaína, 92 cabeças de maconha "tof tof" - pronta para consumo, uma certa quantidade de sementes de maconha, 01 garrucha (arma de fogo de fabricação caseira), 01 faca, chumbo, espoleta, 01 celular, 10 Pen drives, embalagens para drogas e  R$ 31,50 em dinheiro.

Os presos foram conduzidos para o 1º Distrito Policial, onde, de acordo com os policiais, foi lavrado o auto de prisão em flagrante contra os suspeitos.

Obrigado por nos visitar, tem uma pergunta? Contato : wfmirante@hotmail.com.
Por favor, deixe o seu comentário abaixo. Obrigado e espero que tenha gostado ...

domingo, 19 de julho de 2015

OS RESPONSÁVEIS PELO SOCIAL NO MARANHÃO DEVERIAM ENTRAR EM CONTATO COM OS QUE FAZEM SOCIAL NO AMAZONAS E APRENDEREM A LIDAR COM OS QUE SOFREM HANSENÍASE NÃO PODE EXISTIR PRECONCEITOS POIS NINGUEM PEDE DOENÇA. E ESTES DOENTES SÃO NOSSOS IRMÃOS

Apesar de não viverem isolados, pacientes de hanseníase enfrentam preconceito

A doença tem cura, e o tratamento disponível nas unidades de saúde. Apesar do atual cenário, moradores da antiga Colônia do Bonfim ainda enfrentam o preconceito


LUTA
18/07/2015 - 12h20
Safira Pinho
17/07/2015. Crédito: Gilson Teixeira/OIMP/D.A Press. Brasil. São Luís - MA.  Vila Aquiles Lisboa antigo leprosário ainda abriga alguns doentes
Há mais de 23 anos, Raimundo Alves, de 56 anos, mora na Colônia do Bomfim, localizada no bairro Vila Nova. O diagnóstico da doença veio com os 33 anos, Raimundo Alves, de 56 anos, mora na Colônia do Bomfim, localizada no bairro Vila Nova. O diagnóstico da doença veio com os 33 anos de idade. Quando percebeu a insensibilidade da parte do corpo, durante suas atividades de trabalho.
Cozinheiro no Palácio dos Leões, ele também ajudava na decoração dos eventos. Um instrumento perfurou seu pé, no momento ele não sentiu nada. Quando viu o pé estava ferido e sanguentado, então procurou um médico e foi diagnosticada com a Hanseníase. Desde então, a vida de Raimundo Alves mudou. Ele foi morar na colônia e se isolar das pessoas, naquela época.
17/07/2015. Crédito: Gilson Teixeira/OIMP/D.A Press. Brasil. São Luís - MA.  Raimundo Sardinha - Vila Aquiles Lisboa antigo leprosário ainda abriga alguns doentes
“Tem muito preconceito, até a família da gente, eu tenho um irmão que nunca veio aqui. Quando ele nasceu eu cuidei dele, mas hoje nunca veio me visitar. Fiquei com um ferimento no pé, e as pessoas me olhavam de forma estranha, não falavam mais comigo”, recorda Raimundo Alves.
Apesar da vida normal, pós-tratamento, Raimundo Alves, por vezes, ainda enfrenta o preconceito. “Me disseram que tinha lepra, então vim morar aqui. Me lembro que não queria me alimentar”, disse ele. Hoje ele segue sua vida normal, em uma das casas da colônia, fez todo o tratamento e está curado. Porém, ainda tem algumas sequelas da doença, como os dedos das mãos atrofiados e um dos pés inchados. Segundo Sadinha, as pessoas ainda o tratam de forma estranha, quando vai a determinados locais, como agências bancárias perguntando se ele não tinha vergonha de sair desta forma.
O diretor administrativo do Hospital Aquiles Lisboa, Raul Fagner Leite da Silva, afirmou que antes havia a exclusão de pessoas infectadas, que eram direcionadas para a colônia.
“Muitos vieram do interior do estado, com 14 anos de idade. Hoje devem estar com seus 60 anos. Chegavam aqui, sem conhecer nada e não tinha mais nenhum contato com a família. Muitas famílias abandonavam mesmo, e diziam que não tinha como cuidar deles e eles eram isolados, não passavam dos muros. Com o passar do tempo eles saíam, queriam conhecer São Luís e lá fora eles eram rejeitados, quando sabiam que eles eram moradores da colônia. Eram expulsos da sociedade”, recorda Raul Fagner.
Atualmente existe o Hospital Aquiles Lisboa. Na propriedade, as casas da antiga colônia, que compõem toda a estrutura. O complexo hospitalar oferece serviços de internação hospitalar para pacientes atingidos com hanseníase. São 15 leitos no hospital para casos de internação, mas o serviço mais realizado é o ambulatorial, com acompanhamento médico e fornecimento de medicamentos.
Hospital Aquiles Lisboa Diagnóstico
17/07/2015. Crédito: Gilson Teixeira/OIMP/D.A Press. Brasil. São Luís - MA. Shirley Martins -  Hospital Aquiles Lisboa
A coordenadora do programa Controle de Hanseníase, Shirley Priscila Martins afirmou que o tratamento é gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e alertou para a importância do diagnóstico prévio da doença. “É feito um exame e o tratamento pode durar de seis meses a um ano. As pessoas têm que se observar se tem alguma parte do corpo com sensibilidade diminuída”, observa Martins.
Em 2014, o total de casos no estado chegou a 3.490, onde o maior número de infectados foi registrado em São Luís, com 440 pacientes. Em segundo lugar, ficou a cidade de Imperatriz, com 131 casos, Timon vem em terceiro com 142, Caxias com 125 e Açailândia em quinto lugar, com 61 nesse último ano. Em 2015, de janeiro e junho, foram notificados 1.524 novos casos da doença no estado. Em São Luís, foram 250.
As 15 cidades mais endêmicas do estado são: São Luís, Timon, Imperatriz, Caxias, Codó, São José de Ribamar, Açailândia, Santa Inês, Balsas, Santa Luzia, Barra do Corda, Zé Doca, Itapecuru-Mirim, Bacabal e Coroatá. Sendo que oito desses foram inseridos na lista este ano.
Dos 20.607 casos de Hanseníase detectados no período de 2010 a 2014, 10. 677 ocorreram nesses 15 municípios, contribuindo com 51,81% do total de todo o estado. Diante da situação, em atendimento a um pedido do governador Flávio Dino, o Ministério da Saúde fará a liberação de uma maior quantidade de recursos para prevenção, identificação e tratamento da doença diretamente para os municípios com os números mais alarmantes, como São Luís, São José de Ribamar, Timon, Caxias, Codó, Coroatá, Imperatriz e Açailândia.
Segundo o secretário de Estado da Saúde, Marcos Pacheco, a meta do Maranhão é conseguir reduzir o número de novos casos em 20% até o final de 2018, intensificando a busca ativa em localidades com maior carga da doença.
A doença
A Hanseníase, popularmente conhecida como lepra, é uma doença infecciosa causada por uma bactéria denominada Mycobacterium leprae. Ela tem cura, mas se não for tratada pode se agravar. O tratamento é oferecido gratuitamente em todo o mundo.
A falta de condições sanitárias adequadas é a principal causa da doença. A transmissão ocorre por meio das vias respiratórias (tosse e espirro) de pessoas infectadas que estão sem tratamento e os sintomas se manifestam no período de dois a 10 anos. Os principais sintomas são: manchas pelo corpo com perda ou alteração de sensibilidade, úlceras de pernas e pés, caroços, febres, edemas, entre outros.
Tratamento
No Maranhão, existem 60 unidades de referência no tratamento contra a Hanseníase, que seguem os protocolos nacionais de controle da doença, possuem técnicos e enfermeiros treinados, além de médicos especializados. O Centro de Saúde Genésio Rego, localizado na Vila Palmeira, é uma das unidades que recebem o maior número de portadores, além do Hospital Universitário (HUUFMA).
Sobre o Hospital Aquiles Lisboa
17/07/2015. Crédito: Gilson Teixeira/OIMP/D.A Press. Brasil. São Luís - MA.   Hospital Aquiles Lisboa
A unidade hospitalar foi fundada em 17 de outubro de 1937, com a finalidade de isolar pessoas doentes de hanseníase sendo denominado, “Sanitário Colônia Achilles Lisboa” e ficou conhecido no passado como Colônia do Bomfim, possuindo extensa área de 317.00 metros quadrados de terras, em localização privilegiada pela natureza porém com limitações de acesso que era feito por bancos e lanchas que aportavam no Porto do Bomfim hoje chamado “Prainnha”. Na década de 1990 a então Unidade Hospitalar Aquiles Lisboa foi regulamentada pela Lei nº 5.643 passando a ser uma unidade, integrante da então Gerência de Qualidade de Vida (GQV), hoje a Secretaria de Estado de Saúde (SES).


É O MARANHÃO APARECENDO NO CENÁRIO ESPORTIVO COM O SAMPAIO CORREA, E AGORA COM ESTE GAROTO QUE PROMETE MUITO PARA O ESPORTE BRASILEIRO MARANHENSE.

Piloto maranhense Henri Forest disputará Campeonato Brasileiro de Kart

Depois de pódio em São Paulo e estar entre os melhores no Sul-Americano, equipe decide levar piloto maranhense ao principal campeonato nacional






KART
17/07/2015 - 12h32
Fotos: Jackson de Souza
Piloto maranhense segue na disputa por pódios
O piloto maranhense Henri Forest, 13 anos, disputará nesta semana o Campeonato Brasileiro de Kart, que será realizado em Nova Santa Rita, região metropolitana de Porto Alegre, no Kartódromo Internacional do Velopark, dentro de um dos maiores complexos automobilísticos da América Latina.
A competição é disputada em etapa única, consagrando os novos campeões nacionais após uma corrida final, que será disputada no próximo domingo (19). Antes disso, pilotos e equipes participam de treinos livres, tomada de tempos e corridas classificatórias durante toda a semana. 
Piloto maranhense segue na disputa por pódios
Esta será a primeira vez que o piloto disputará o campeonato nacional na categoria Junior Menor. Em 2014, o maranhense teve que abrir mão da participação devido a um acidente em corrida em São Luís, faltando apenas alguns dias do evento. Já nesta temporada, o piloto havia previamente focado 100% na disputa do Campeonato Sul-Americano, mas após bons resultados no primeiro semestre e superar expectativas, a equipe do piloto decidiu apostar as fichas também na competição mais importante do país.
O jovem maranhense, que tem como treinador e mentor o também representante do Maranhão, o piloto de Stock Car Rafael Suzuki, e corre pela equipe MZ Racing, vê com muito entusiasmo a oportunidade de disputar mais um campeonato importante. "Estou muito feliz por poder correr o Brasileiro, não esperava por essa chance, então quero aproveitar ao máximo. Sinto que estou evoluindo a cada corrida, fizemos boas provas em São Paulo e no Sul-Americano, então vejo que podemos ser competitivos no Brasileiro."
Campeonato Sul-Americano
Na competição continental, realizada na primeira semana de julho em Florianópolis, Henri Forest foi o único piloto representante do Nordeste na competição, também foi o primeiro maranhense a disputar o campeonato. O piloto de 13 anos foi o 4º mais rápido na tomada de tempos e sempre figurou no top-10. Na final, mesmo com um problema no kart, o piloto completou em 13º e ficou entre os 10 melhores brasileiros na competição.

EU QUERIA VER UMA PESQUISA EM CHAPADINHA, PARA PODERMOS AVALIAR A MENTE DO ELEITOR CHAPADINHENSE. POIS TEMOS ELEIÇÃO EM 2016 PARA PREFEITO E COM CERTEZA VAI SAIR MUITOS CANDIDATOS.

Aprovação do governo Flávio Dino alcança 82% em Imperatriz

Pesquisa revelou que a aprovação do governo entre os imperatrizenses é ainda maior que o índice registrado no Estado.



PESQUISA
19/07/2015 - 10h41
O Imparcial
ddd
O governo Flávio Dino é aprovado por 82% da população de Imperatriz, segunda maior cidade do Estado. Os dados são da pesquisa Exata, que ouviu 602 pessoas em 46 bairros do município, entre os dias 8 e 10 de julho.
A aprovação do governo Flávio Dino entre os imperatrizenses é ainda maior que o índice registrado no Estado. São oito pontos percentuais a mais que no último levantamento feito pelo Instituto DataM, em junho deste ano. No período, a aprovação de Flávio Dino alcançou 74,4%, 11 pontos a mais que o percentual que lhe garantiu a eleição em primeiro turno, no ano passado.
O governo é desaprovado por apenas 12% dos imperatrizenses enquanto 6% não souberam ou não responderam.
A pesquisa realizada pelo Instituto Exata também quis saber do eleitor de Imperatriz qual nível de influência do governador no pleito municipal do ano que vem. Para 46% dos entrevistados o apoio de Flávio Dino aumentar a vontade de votar no candidato a prefeito da cidade. Apenas 7% disseram que o apoio do governador diminuiria a vontade de votar em candidato apoiado por ele para a prefeitura do município.
A performance crescente do governador Flávio Dino nas pesquisas contrastam com o ambiente político do país. Em face da crise político e econômica a maioria dos gestores enfrentam desgastes nos estados e capitais.
Na contramão da crise, o governador do Maranhão amplia o nível de aprovação e confiança no governo. A popularidade de Flávio Dino tem sido creditada aos programas sociais implementados, como o Mais IDH, Mais Bolsa Família Escola, Escola Digna, investimentos na infraestrutura do Estado e a política de combate à corrupção.